Comerciante de 63 anos é preso acusado de estupro de vulnerável, contra uma menina de 7 anos no TO.

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Uma guarnição da polícia militar do 5º BPM foi acionada por volta das 14 horas desta sexta-feira (16), para atender a uma ocorrência de abuso sexual em Porto Nacional, região central do Tocantins.

Ao chegar ao local os policiais foram informados por familiares da vítima que a menina de apenas 7 anos de idade teria confessado à sua  avó que teria sido vitima de abuso sexual, acusando o comerciante R. M. da S, 63 anos, proprietário de um comércio no bairro que o mesmo teria abusado sexualmente dela. Diante das acusações os PMS, localizaram o suposto autor que foi conduzido à delegacia de Polícia e apresentado ao delegado de plantão, para as providências que o caso requer.

Entenda o caso.

Os familiares da vítima desconfiaram quando viram a garotinha chegar em casa com um ar de tristeza e trazendo nas mãos geladinho, cremosinho e paçoquinha. Durante uma conversa bem calma, a menina contou para a avó e a mãe que o comerciante, dono de um bar, lhe deu os “presentes” e pediu que ela pegasse em seu órgão genital. A criança afirmou também que depois ele introduziu o dedo em sua vagina.

Na Central de Flagrantes, o Delegado de Plantão João Sérgio Vasconcelos Kenupp, apurou todos os detalhes e revelou que um garoto de 8 anos, filho adotivo da avó da menina, também fora vítima do pedófilo que teria oferecido balinhas e doces para que o menino acariciasse seu órgão genital. O fato não foi consumado porque o menor fugiu em disparada deixando o acusado para trás.

Em depoimento, o idoso negou as acusações e usou o direito de permanecer em silêncio.

Diante das informações prestadas com detalhes na narrativa de uma criança de 7 anos que ainda levou para casa o que recebeu do pedófilo, a autoridade policial autuou em  flagrante R.M. da Silva por estupro de vulnerável, após os procedimentos de praxe o flagranteado foi encaminhado para a carceragem da Casa de Prisão Provisória de Porto Nacional, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Redação – Agência Tocantins

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