Bolsonaro garantiu que coronavírus não o afetaria - Foto Adriano Machado/Reuters Arquivo 10.07.2019

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (24), em pronunciamento na cadeia nacional de rádio e televisão, que a vida dos brasileiros deve continuar e os empregos serem mantidos diante da pandemia de coronavírus.

“Tínhamos que conter o pânico, a histeria e traçar estratégia para a salvar vidas e o desemprego”, disse Bolsonaro ao comentar a estratégia adotada pelo governo com a chegada dos primeiros casos de coronavírus no Brasil.

Bolsonaro contou que foi aceso um “sinal amarelo” desde a operação do governo coordenada para resgatar brasileiros na China, no início de fevereiro. “Sabíamos que mais cedo ou mais tarde o coronavírus chegaria ao Brasil”, relatou.

De acordo com o Ministério da Saúde, até o momento o Brasil contabiliza 2.201 casos confirmados e 46 mortes em decorrência do coronavírus.

O presidente aproveitou ainda o pronunciamento para elogiar o trabalho do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e criticar as medidas tomadas por alguns governadores, como o fechamento das fronteiras. “Algumas autoridades têm que abandonar o conceito de terra arrasada”, afirmou.

Na avaliação de Bolsonaro, 90% dos infectados não manifestarão nenhuma reação ao coronavírus. Ele ainda garantiu que, devido ao seu histórico de atleta, não enfrentaria problemas caso fosse contaminado.

De acordo com o presidente, o departamento de saúde dos Estados Unidos (FDA) e o Hospital Albert Einstein buscam a eficácia na cloroquina, medicamento usado no tratamento da malária, para reduzir os efeitos do coronavírus. “Acredito que Deus capacitará cientistas do Brasil e do mundo para conter essa doença”, previu Bolsonaro.

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