Vereador Gerson Alves (PSL) e Cinthia Ribeiro (PSDB) prefeita de Palmas – Foto: Montagem/Agência Tocantins

Indignado com a atitude da prefeita Cinthia Ribeiro de encerrar os contratos de trabalho de cerca de 40 servidores públicos da Secretaria Municipal da Educação, o vereador Gerson Alves (PSL) desafia a chefe do executivo municipal a explicar o motivo da demissão em massa na Educação palmense.

De acordo com o vereador, Cinthia teria exonerado os profissionais usando o “recesso” como desculpa, tendo em vista que a prefeitura de Palmas decretou Estado de Calamidade Pública e determinou o fechamento de escolas e creches por causa da pandemia causada pelo Novo Coronavírus.

Para Gerson Alves, a prefeita de Palmas fez isso em um momento muito difícil por pura crueldade e maldade, principalmente porque os motivos das demissões não foram explicados até o momento. “Queremos saber o motivo dela ter exonerado esses pais e mães de família. Cinthia Ribeiro gastou 900 mil reais com a contratação emergencial de uma agência de publicidade, então por que ela não mantém o contrato com estes trabalhadores? Sabemos que ela tem condições de manter”, disse o vereador.

Contrato da agência de publicidade

Nesta terça-feira, 24, o Ministério Público do Tocantins instaurou um procedimento para apurar a legalidade, legitimidade e a economicidade da contratação emergencial no valor de R$ 900 mil de uma agência de publicidade para produzir materiais que auxiliem no combate a pandemia do coronavírus.

Foi disponibilizado o prazo de cinco dias para que a Secretaria de Comunicação do Município possa encaminhar a cópia integral do Processo de Dispensa de Licitação e também o plano de aplicação dos recursos.

Outro lado

A Agência Tocantins solicitou um posicionamento da Prefeitura de Palmas e do Sindicato que representa a categoria sobre as exonerações, mas até a publicação dessa reportagem nossos questionamentos não haviam sido respondidos.

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